Campanha quer ajudar cristãos viciados em pornografia. Assista o vídeo


Josh McDowell pastor nos Estados Unidos lançou uma campanha ‘Just 1 Click Away’ para ajudar cristãos viciados em pornografia. “A tentação está a apenas 1 click de distância, esperando invadir nossos lares e escolas, e na batalha para consumir as mentes e corações dos nossos jovens, quem sabe inclusive a sua”, diz o site da campanha.

Baseado em dados que apontam o crescimento expressivo de usuários de internet, desde crianças até adultos, que encontram conteúdo pornográfico de fácil acesso na rede, Josh, criador da campanha, lançou um vídeo, apontando a influência deste conteúdo na família cristã. (Veja abaixo).
“Cada segundo 30.000 pessoas estão vendo pornografia. A idade média da primeira exposição é apenas 11 anos”, informa a campanha.
Em várias partes do mundo, o vídeo mostra como a pornografia tem influenciado a vida das famílias, trazendo dados estatísticos que mostram o aumento de acesso a pornografia por crianças e adolescentes.
O vídeo ainda aponta que 90% das crianças entre 8 e 16 anos já assistiram alguma forma de pornografia, sendo 77%, somente por meio da internet; 80% de adolescentes entre 15 a 17 anos já foram expostos à pornografia extrema. A própria indústria admite que, do tráfego geral, aproximadamente 30% são crianças.
A campanha do pastor Josh mostra que a rede mundial de computadores já possui mais de 1 bilhão de sites pornográficos com consumo crescente, tema que as famílias cristãs já reconhecem como sendo um problema grave.
Ainda segundo o vídeo, a pornografia contribui para o aumento da infidelidade conjugal. Nos Estados Unidos 68% dos divórcios foram motivados por traições oriundas na internet.
Pesquisas ainda mostram que até pastores têm se tornado consumidores deste conteúdo na rede.
A campanha de Josh McDowell esclarece sobre a gravidade do problema e oferece ajuda através do site www.just1clickaway.org.

Assista ao vídeo e deixe o seu comentário



Saúde da criança e do adolescente

Gravidez na adolescência

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 22% dos adolescentes fazem sexo pela primeira vez aos 15 anos de idade. É nesta fase importante de autoconhecimento e incertezas que a falta de informação pode gerar uma gravidez inesperada ou mesmo a contaminação por doenças sexualmente transmissíveis. 
SXCNúmero de adolescentes grávidas no Brasil caiu para 22,4% nos últimos anosAmpliar
  • Número de adolescentes grávidas no Brasil caiu para 22,4% nos últimos anos
A boa notícia é que com o aumento de ações dentro das escolas, orientação sobre métodos contraceptivos e distribuição de camisinhas em postos de saúde, há mais acesso a recursos para um sexo seguro. Por este motivo, o número de adolescentes grávidas no Brasil tem diminuído.  Entre 2005 a 2009, o número de partos realizados entre jovens de 10 a 19 anos caiu 22,4%, comparado à década anterior, segundo o Ministério da Saúde.
Ainda assim, muitas meninas continuam se descuidando. Segundo a médica Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo e professora da Faculdade de Medicina da USP, a gravidez na adolescência, embora inoportuna, nem sempre é indesejada. O desejo de conquistar uma vida melhor, de ter atenção e afeto e de começar a estruturar uma vida autônoma, muitas vezes, levam as meninas a, inconscientemente, a esperar que uma gravidez resolva isso. 
Para a médica, mais que educação sexual, as crianças precisam de uma educação para a vida. “Antes da puberdade, elas precisam aprender que podem realizar seus sonhos por meio dos estudos, do trabalho e da construção de um longo projeto de vida”, diz. E que o namoro, por melhor que seja aos 15 anos, não deve atrapalhar esse projeto. 
Essa decisão envolve a contracepção desde a primeira relação sexual. Além do uso de camisinha, masculina ou feminina, as meninas também podem optar por uma segunda proteção para aumentar a segurança. Pílulas anticoncepcionais e injeção mensal de hormônio podem ser usadas desde a primeira menstruação. A minipílula, a injeção trimestral e o DIU também podem ser utilizados por mulheres de todas as idades, inclusive pelas adolescentes. 
Existem também outros métodos que não envolvem ingestão de nenhum medicamento, mas exigem que a adolescente tenha muita disciplina e planejamento. São eles: a tabelinha (controle dos dias férteis pelo calendário), e o controle do muco cervical (identificação do período fértil analisado pelas características do fluido) e da temperatura basal (análise da temperatura corporal antes e depois da menstruação).
Se mesmo com toda essa informação uma gravidez acontecer, o suporte do companheiro e da família é fundamental. O atendimento médico completo da adolescente grávida é garantido no SUS. É assegurado seu direito ao atendimento pré e pós-natal, parto e pós-parto para garantir a sua saúde e a do bebê.
Confira as Cadernetas de Saúde do Adolescente, desenvolvida pelo ministério da Saúde para meninos e meninas.

Neurociência, libélula e literatura

A CH 306 traz o perfil de Angelo Machado, zoólogo, neurocientista e especialista em libélulas de fama mundial. Sua trajetória é marcada pela atuação em várias áreas: da pesquisa e docência à divulgação científica e produção de obras literárias e teatrais.        
Por: Roberto B. de Carvalho
Publicado em 11/09/2013 | Atualizado em 11/09/2013
Neurociência, libélula e literatura
Aos 79 anos, Ângelo Machado continua produzindo: vai à universidade duas vezes por semana e trabalha 10 horas diárias em casa, pesquisando sobre libélulas ou escrevendo artigos científicos, livros e peças de teatro. (foto: Matheus Ventura)
Um diálogo com o filho Eduardo, quando este tinha sete anos, sintetiza bem o espírito versátil do cientista e escritor Angelo Barbosa Monteiro Machado, nascido em Belo Horizonte a 22 de maio de 1934. Certo dia, de volta da escola, o menino procurou o pai:
– A professora pediu uma pesquisa sobre a profissão dos pais. O que é que você faz?
– Sou professor universitário.
– Mas, pai, eu pensei que você fosse médico...
– Sou médico, mas não exerço a profissão.
– Mas você não estudou medicina?
– Sim, estudei.
– Mas eu vejo você mexendo só com bicho. Então você é veterinário...
– Não sou veterinário, sou zoólogo.
– Professor, médico, zoólogo... Ouvi dizer que você é escritor também?
– Isso mesmo.
– Ô, pai, e aquele lugar que você entrou, como é mesmo que chama?
– Academia. Academia Brasileira de Ciências.
– Isso! A mamãe disse que lá só tem cientista. Então você é cientista também?
– Sim.
– Quer saber, pai? Você é uma confusão! Vou fazer a pesquisa com a mamãe.

Ainda muito jovem, revelou aptidão incomum no trato com insetos
Numa época marcada pela superespecialização, um tipo singular, como é o caso de Angelo Machado, pode mesmo confundir até juízos menos ingênuos que o de uma criança. Ainda muito jovem, revelou aptidão incomum no trato com insetos, especialmente as libélulas, grupo em que se tornou especialista de fama mundial.
Convidado pelo respeitado entomólogo Newton Santos (1916-1989) para aprimorar seus conhecimentos sobre insetos no Museu Nacional do Rio de Janeiro, não hesitou em aceitar o convite. Hospedado na casa do tio Aníbal Machado (1894-1964), aproximou-se dos intelectuais que aos domingos acorriam à residência do ilustre escritor, em Ipanema, para participar das famosas ‘domingueiras do Aníbal’. Foi assim que começaram a se solidificar as bases de um terreno que só mais tarde exploraria com afinco: a literatura e o teatro.
Angelo Machado jovem
À esquerda, com aproximadamente três anos, na casa dos pais, em Belo Horizonte (MG). À direita, ainda jovem, Angelo Machado já mostrava afinidade por bichos: com o pássaro sofrê (‘Icterus jamacaii’), também conhecido como corrupião. (fotos: arquivo pessoal)
Antes mesmo de ingressar na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), começou a fazer uma histologia de ponta ao lado do especialista Wladimir Lobato Paraense (1914-2012), que trabalhava no escritório do Instituto Osvaldo Cruz em Belo Horizonte. Foi o início de uma brilhante carreira do morfólogo que depois se especializaria em ciências do cérebro.
Com a naturalidade dos predestinados, que mantêm um olho vivo no presente e outro bem assestado no futuro, Angelo sempre agarrou com determinação as boas chances que a vida lhe ofereceu. Hoje, aos 79 anos, vai duas vezes por semana ao Departamento de Zoologia da UFMG – do qual foi professor ao se aposentar no Departamento de Morfologia da mesma universidade – e trabalha 10 horas diárias em casa, pesquisando sobre libélulas ou escrevendo artigos científicos, peças de teatro e livros de literatura infantojuvenil.
Quem conhece Angelo Machado ou já assistiu a uma de suas palestras jamais se esquece do fino humor que permeia seu discurso
O saldo de uma vida dedicada à pesquisa e à escrita pode ser contabilizado nos 130 artigos científicos que publicou, nas inúmeras espécies zoológicas descritas em sua homenagem e nos muitos prêmios que recebeu, entre eles o Henry Ford de Conservação do Meio Ambiente, em 1998, o José Reis de Divulgação Científica, em 1995, e o Jabuti de Literatura infantojuvenil, em 1993, por O velho da montanha: uma aventura amazônica. Além deste, publicou outros 35 livros para crianças e adolescentes.
Quem conhece Angelo Machado ou já assistiu a uma de suas palestras em eventos científicos, culturais ou de divulgação de ciência sabe de seu talento para comunicar-se com públicos de diferentes áreas e idades, reconhece o quanto se aprende ouvindo-o falar e jamais se esquece do fino humor que permeia seu discurso.
Certa vez, falando do amigo, disse o dramaturgo mineiro Jota Dângelo: “o Angelo é um humorista nato e poderia ter vivido disso se quisesse”. Ele não quis viver disso, mas nunca abriu mão de enfrentar a vida com humor, tendo sempre, na ponta da língua, uma piada oportuna e inteligente para as mais variadas situações. Ganham com isso seus interlocutores, ganha com isso principalmente ele próprio, que sabe levar a vida como ninguém.

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Roberto B. de Carvalho
Ciência Hoje/ PR

Merenda escolar aumenta renda de pequenos agricultores e evita êxodo

                    
Merenda escolar aumenta renda de pequenos agricultores e evita êxodo
Pato Branco - Agricultua Familiar. Na foto produção de alimentos da familia de Wilson de Melo e Sandra Giaconani de Melo. Foto: Hedeson Alves
Agricultores familiares conseguem aumentar a renda e planejar a vida financeira com mais tranquilidade, no Paraná, com venda garantida para a merenda escolar. Cerca de 134 associações e cooperativas em 374 municípios fornecem mais de 12 mil toneladas de alimentos para 2,3 mil escolas da rede estadual e para as escolas de educação especial.


O Governo do Paraná reservou em 2013, R$ 31 milhões para a compra de alimentos da agricultura familiar, em 2010 esse valor era de R$ 3 milhões. As escolas recebem os lotes convencionais da merenda e novos equipamentos chegaram às cozinhas, como fogões, geladeiras e uniformes para as merendeiras. Somente neste ano, R$ 90 milhões serão investidos em alimentos e novos equipamentos nas escolas, beneficiando 1,3 milhão de alunos.


A renda extra da merenda escolar permite que o produtor João Candido Braine, de Doutor Ulysses, Vale do Ribeira, faça planos para a família e continue com o trabalho no campo. “Gosto de trabalhar com a lavoura, mas antes estávamos endividados, o dinheiro que entrava era só para pagar conta. Agora dá para planejar os gastos futuros e até pensar em guardar para comprar um carro melhor para facilitar o trabalho”, disse o agricultor.


CAMPO – A produção de frutas, verduras e legumes possibilitou um aumento de renda de 60% para a família de João. “Plantamos sem medo, pois temos preço garantido. Se não fosse isso, com certeza já teria abandonado a lavoura para trabalhar em outra coisa”, ressaltou Braine.


Os produtores vizinhos, Ari do Carmo Dias e a esposa Joceli Aparecida de Matos vivem situação parecida. A renda da família aumentou em 40% e o produtor conseguiu financiar um trator. “Quando entregava para outros fornecedores e atravessadores, muitas vezes não dava para nada. Algumas vezes cheguei a doar ou jogar fora os produtos que chegaram a estragar, porque não consegui vendê-los”, relatou Dias.


COMÉRCIO – Com mais renda para os agricultores, o comércio local também prospera. A comerciante Roseli Machado de Matos, que também trabalha na agricultura, tem uma mercearia que atende a região rural de Doutor Ulysses. “Consegui investir no meu comércio e quero reformá-lo no fim de ano. A venda melhorou uns 30%”, disse Roseli.


Para tornar a merenda escolar cada vez mais nutritiva e saborosa, a equipe de alimentação escolar da Secretaria de Estado da Educação incentiva os produtores a venderam para o Estado. “É uma ação sem precedentes e que melhora significativamente a qualidade da alimentação dos nossos alunos e produz renda para os agricultores”, destacou Márcia Stolarski, diretora de Infraestrutura e Logística da Secretaria da Educação.


A entrega é feita semanalmente e os produtores entregam também sucos, leite e panificados, e outros alimentos de origem animal, de acordo com a região e produção de cada agricultor.


SUDOESTE – Na região de Pato Branco, duas associações e duas cooperativas são beneficiadas com o repasse da merenda escolar. Os valores, que eram de R$ 81.620,00 em 2011, saltaram para R$ 613.782,00. “O programa é muito bom. É um benefício para nós, produtores, e para os alunos porque recebem um produto mais natural. Bom para a saúde. Bom para nossa renda”, explicou o agricultor Vilson de Melo, da Cooperativa dos Agricultores Familiares de Pato Branco.


Ele e sua esposa, Sandra Giacomani de Melo, plantam em 3,5 hectares grande variedade de hortaliças, legumes, verduras, tubérculos e frutas. Para as escolas estaduais atendidas em Pato Branco, Vitorino e Mariópolis são entregues semanalmente alface, almeirão, batata-doce, cenoura, brócolis e rúcula. As frutas dependem da época do ano – atualmente é a vez da laranja, melão e caqui.


Além da renda, que proporciona uma melhoria de vida, Vilson destacou outro importante reflexo do programa. “O produtor se fixa no interior. Com esse programa as famílias estão ficando no interior. É uma ótima ideia que está sendo trabalhada”, disse.


As escolas recebem verduras variadas, sucos e pães. “Ajuda para complementarmos a alimentação dos nossos alunos, principalmente na sopa para os bebês que atendemos”, comentou a diretora da escola da Apae de Coronel Vivida, Marilu Tassi. A escola recebe produtos da Associação de Produtores Agroecológicos de Verê.

Fonte: Agência Estadual de Notícias - Paraná em 09/09/2013

PARA LER E PENSAR

É UMA QUESTÃO DE OLHAR

“Estou em pé em minha mesa, para me lembrar de que devemos constantemente olhar as coisas de uma forma diferente. Sabe, o mundo parece muito diferente visto daqui.

Quando vocês pensam que conhecem uma coisa, devem olhá-la de outra maneira, mesmo que isto pareça tolo ou errado.

Ao ler, não considerem apenas o que o autor pensa, mas também o que vocês pensam. Rapazes, vocês precisam se esforçar para achar sua própria voz, porque quanto mais esperarem para começar, menor será a probabilidade de achá-la. Thoreau disse:‘A maioria dos homens leva vidas de desespero silencioso’. Não se resignem com isso. Rompam!!!

Não andem por aí como pequenos roedores... Olhem à sua volta! Tenham ousadia para investigar e achar novos territórios”.

Discurso de Robin Willians como Prof. Keating,no Filme:

A Sociedade dos poetas Mortos

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